sábado, 29 de outubro de 2011

Minhas aventuras em Azeroth. (parte 1)



Faz dois dias que eu não posto nada aqui!!! Estava dando um tempo...
Também faz quase um ano que eu parei de jogar World of Warcraft. Se eu estou com saudades? Não.
Não que seja um jogo ruim, até mesmo porque, para mim, é um dos melhores que eu já joguei na minha vida.

Eu parei porque era muito noob mesmo. E o meu querido e paciente irmão não me explicava as coisas direito. Estava sempre metido em alguma BG e não tinha nem um pingo de paciência para me explicar.
Ele joga muito bem, agora comprou uma conta na Blizzard, antes ele jogava no WoW- Brasil (servidor pirata, 0800), eu também jogava pelo pirata.

Mas eu não estou aqui para falar das aventuras do Uthar (nome do personagem do meu irmão). Estou aqui para contar minhas desventuras pelo fantástico mundo de Azeroth.
Primeiro, é claro, eu criei minha conta no WoW, depois fui criar minha personagem, a Valentina, uma paladina, da Aliança, raça humana (nunca gostei desses Orcs, Elfos, etc. são muito feios)
 O resto eu conto depois...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Stanley Kubrick - Filmografia



Animação muito legal feita por Martin Woutisseth onde reinterpreta e  mistura cores, tipografia e padrões que marcaram os filmes de kubrick.
Assista o vídeo a seguir:



terça-feira, 25 de outubro de 2011

Preconceitos.


Preconceito e time de futebol todo mundo tem, mesmo que você não lhe dê muita atenção ou tenha medo de admiti-lo em público. Não adianta esconder, mentir, usar camisetas com dizeres bonitos da moda, não adianta nada. Nos recônditos de nossas mentes, lá no fundo, sempre se esconde um preconceitozinho. Não é o meu caso, claro. Eu sou uma exceção. Em recôndito que mamãe passou talquinho não só não se esconde preconceito nenhum como eu não fico tentando esconder nada. Meus preconceitos estão bem acomodados fora dos recônditos. E são vários. Vários de verdade. Antes que me acusem de racista, homofóbica ou qualquer outra viadagem qualquer, vamos botar os pingos nos is. 

Preconceito significa pré-conceito, ou seja, um conceito que vem antes. Não é só preconceito racial ou de gênero. Esses eu não tenho mesmo, de verdade. Mas outros, bom, aí a lista é grande. Preconceito é, por exemplo, quando alguém fica sabendo que fulano de tal agora é ator, e em uma semana já tem certeza de que não só ele é veado como também participa de orgias, faz sexo com qualquer coisa que se mova – mesmo que com um andador -, usa drogas, se acha o último Mineirinho gelado em um bar em Niterói, é incapaz de formular por si mesmo uma frase com mais de doze palavras ou usar palavras com mais de três sílabas sem ter decorado com três dias de antecedência. Puro preconceito. Alguém parte desse conceito já formulado e nele rotula todas as pessoas da mesma categoria. No caso do exemplo dado acima, uma pessoa conheceu um ator veado, metido e “menos favorecido intelectualmente” – o que é algo raríssimo – e a partir daí construiu um pré-conceito que seria aplicado a todos os atores que conhecesse. Nada mais injusto, no exemplo dado.

Mas meus preconceitos são muito pessoais e formulados por mim mesma. Originais e de minha própria autoria, coisa fina. Não acho que preconceitos específicos me tornem uma monstro. Se alguém tem o direito de achar que um cara é perigoso porque é preto, ou é veado por ser ator (só exemplo), por que eu não posso achar que, por exemplo, sempre tem alguém com camisa do Flamengo em uma foto de prisão feita pela polícia ou em alguma baderna pública? Mas sempre tem mesmo! Isso não é preconceito! Ah, outra característica do preconceito: nunca admitimos que ele é preconceito. Sempre tentamos encobri-lo, citando fatos ou números. 

No caso de preconceito racial ou de qualquer outro que tenha como alvo algo que não foi uma escolha da pessoa, como ser preto, brasileiro ou vesgo, é pura burrice. Exceção feita para os paulistas. Nesse caso o preconceito não só é justificado como não é preconceito, é a mais pura verdade. Mas os meus preconceitos são racionais, baseados em escolhas feitas pelas pessoas. Ninguém pode escolher torcer pelo Flamengo impunemente ou se alguém decide ser ator ele sabe que vai ter que dar(!) o sangue(?) para ser bem sucedido. E sabe que vai ter que aturar piadinhas como essas por toda a vida. Nossa concepção de mundo é formada por preconceitos, e nem todos eles são nocivos. Se você atravessa a rua ao ver um cara preto, é burrice. Se você atravessa a rua ao ver alguém de camisa do Flamengo também. Nesse último caso você deveria, antes de atravessar a rua, esconder a carteira e o celular.

Brincadeiras a parte, todos somos imbuídos de preconceitos desde pequenos. De todos os tipos, alguns criados por nós mesmos, outros repassados por alguém. Ninguém vira um monstro porque admitiu que tem preconceito contra quem vê novela, lê mexendo a boca ou compra livros na seção de “Mais vendidos – Auto Ajuda”. Acontece. Admita seus preconceitos, trabalhe-os, bote-os pra fora, enfim, assuma-os! Mude os que achar que estão errados e minta sobre os que achar que estão certos! É um ótimo exercício de autoconhecimento.  Tente, você vai se sentir muito melhor. Mas se na hora de botar o preconceito pra fora você estiver em um ambiente de atores, tenha cuidado. Alguém pode se apegar ao seu preconceito, dizer que “eu não gosto de preconceito, nunca gostei, mas esse é o maior que eu já vi” ou corre o risco até mesmo de ter seu preconceito confirmado. As chances são remotas, mas pode acontecer. E se tiver alguém com camisa do Flamengo por perto, bote seu preconceito pra fora na maciota, devagarzinho e sem chamar atenção. Não é preconceito, claro…

domingo, 23 de outubro de 2011

Porque os Beatles são a maior banda de todos os tempos. (parte 1)


Se você não é um sujeito antenado e bem informado, não deve saber que a última moda entre os hipsters e entre os moderninhos é falar mal dos Beatles. Por que? Porque eles são a maior unanimidade musical de todos os tempos, depois da bunda da Shakira. E hipster e moderninho que se preze não gosta do que todo mundo gosta, claro. Logo, sem o menor embasamento, muita gente sai por aí falando mal de BEatles como se estivesse falando mal de alguma banda que vendeu alguns discos e fez sucesso lá em Niterói.
Por isso este texto se intitula exatamente assim: Porque os Beatles são a maior banda de todos os tempos. Nas várias linhas deste texto eu explicarei porque eu acho isso. Eu e muita gente. Mas os argumentos são meus, e, como todo argumento meu, são irrefutáveis e verdadeiros. O texto vai ser dividido em duas partes. A primeira parte vai desmistificar os argumentos usados para desclassificá-los como a maior banda de todos os tempos, e a segunda vai ilustrar os meus motivos pessoais para achar que eles são. Vamos lá.


Contra-argumentos

  • Argumento 01. “As músicas são todas iguais”

Esse é o argumento que mais gosto de refutar. É claro que existe pessoas que realmente não gostam de Beatles, mas se alguém usa este argumento, nem dá pra discutir, essa pessoa nunca ouviu mais de cinco músicas deles. Se tem uma coisa que as músicas dos Beatles não são é repetitivas. Muito pelo contrário, sou capaz de listar dez músicas deles que você sequer desconfiaria que são da mesma banda. Aliás, listarei. Depois me diga se as achou iguais:

Let it Be:

Don't Let Me Down:

Obla Di Obla Da:



Helter Skelter:





Maxwell's Silver Hammer:







Octupus's Garden:



Back in the USSR:



Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band:




While My Guitar Gently Weeps:


Golden Slumbers:


E aí? Parecem a mesma? Já tinham visto o Paul cantando como em Golden Slumbers? As guitarras de While my guitar gently weeps? O nonsense de Octupus´s Garden? Então, por favor, não repita mais esse argumento idiota por aí.




  • Argumento 02. “O som é velho e nada inovador”

Esse também é divertido de confrontar, principalmente vindo da galera que curte “samba-rock”, “MPB”, “Metal” e “Novo Jazz”. Nenhum desses ritmos tem menos de QUARENTA ANOS, só pra começo de conversa. Os Beatles sempre foram à frente do seu tempo, até o último dia da banda.  Usaram martelos, bigornas e garrafas pra enriquecer o som, trouxeram a musicalidade da Índia e introduziram a Cítara nas suas músicas, mas não como fundo, mas como um dos instrumentos principais em um disco inteiro. Experimentaram frases ao contrário, gongos e sons de circo nas suas músicas. E com o detalhe de que eles JÁ ERAM A MAIOR BANDA DO MUNDO quando fizeram isso. Não eram uma bandinha nova, já eram Os Beatles, arriscando tudo o que construíram, inovando e fazendo coisas tidas como malucas na época. Seguem algumas músicas que tenho certeza de que se fossem criadas hoje estariam tocando nas rádios e você ia adorá-las.

Revolution:
The Night Before:

If I Needed Someone:

Glass Onion:


Admita, se alguma banda hipster criasse alguma dessas músicas você ia achar o máximo, não?

  • Argumento 03. “As letras são chatas e repetitivas”

Mesma coisa do primeiro argumento. O sujeito só conhece três músicas e já se acha o entendedor de Beatles e já sai analisando as três letras que conhece. Mas aqui a explicação é simples: por serem quatro pessoas completamente diferentes, tanto as letras quanto o som sofriam quatro influencias diferentes. As letras feitas para o sucesso do John e do Paul, as letras geniais e bem trabalhadas do George e as letras engraçadas e animadas do Ringo. Aqui não vou citar exemplos pra não limitar o posts aos falantes de inglês, mas vou citar alguns nomes de músicas, com links para as letras, onde você poderão ver toda a criatividade e perceber todo o leque de idéias dos Beatles, que eram capazes de ir de letras completamente idiotas mas felizes a letras profundas e magistralmente bem feitas em um mesmo disco. Isso sem falar que é deles a maior música de amor de todos os tempos: Something.

Happinness is a warm gun – Uma das minhas preferidas. Crítica social sem perder a qualidade lírica.
Hey Jude -  Uma bela mensagem de otimiso do Paul pra Julian Lennon, filho de John, quando da separação dos seus pais. Bonita sem ser piegas.
Let it be – Essa dispensa comentários
Revolution - Uma crítica ferrenha e ao mesmo tempo uma letra linda e bem construída
Oh! Darling – Outra das minhas favoritas. Uma declaração de amor forte, sincera, nada piegas e com uma melodia belíssima e bem construída
I´ll follow the sun – Uma canção sensacional que fala sobre um sujeito desiludido com um relacionamento que não deu certo
If I needed someone – Outra das minhas preferidas. Uma canção de amor nada convencional mas bastante convincente.
Everybody is trying to me my baby – Uma bem humorada e bem feita brincadeira com o fato de que os quatro eram muito
assediados pelas mulheres
When I´m sixty four – Outra do rol das favoritas. Na minha opinião esta é a música de amor mais bonita e sincera de todos os tempos.
I saw her standing there – Outra romantiquinha, bonitinha, mas que desde o primeiro disco já deixa claro que eles não eram curiosos escrevendo músicas no churrasco do fim de semana. Métricas perfeitas, letra irretocável e uma canção grudentinha que cola.

É isso. Esta foi a primeira parte do artigo. Na segunda parte darei os meus argumentos pessoais. Eu ia fazer agora, mas vai ficar um artigo gigante. Então, comentem, discutam, e caso algum dos meus argumentos tenha feito sentido pra você, não tenha vergonha em admitir.

sábado, 22 de outubro de 2011

Gírias de músicos



Quadrada = música que é feita em compasso de “4 por 4”, ou seja, se você ficar contando (no ritmo) 1, 2, 3, 4, verá que a música inteira é dividida em “pequenos pedacinhos de 4 partes cada um”. Costuma-se dizer, na gíria, que a música é quadrada quando ela é muito previsível.

Atravessar = é quando alguém está tocando ou cantando uma música e sai do ritmo: canta (ou toca) no lugar errado, ou mais rápido ou mais devagar do que é a música; aí se costuma dizer que a pessoa “atravessou a música”.

Balanço/Swing = é o ritmo da música; por exemplo: um Samba ou um Pagode tem muito mais balanço e swing do que as músicas novas do Roberto Carlos (que são muito paradas...). Estilos/gêneros musicais como Samba, Pagode, Funk, Soul, Jazz, Frevo, Baião, costumam ter muito mais swing e balanço do que outros. Músicas que servem para dançar tem balanço e swing, por isso são boas para dançar.

Pegada = tem relação com o estilo do artista. Alguns exemplos: Egberto Gismonti tem uma pegada Jazz em sua música. A maneira de se tocar música sertaneja é diferente do rock, ou seja, a pegada é diferente. O Rouge não tem uma pegada rock, já a Alanis Morisette tem.

Levada = a “levada” do Metallica é muito mais agressiva do que a “levada” do Detonautas. As “levadas” das músicas da Kelly Key são mais eletrônicas do que as “levadas” das músicas do Barão Vermelho. As músicas do Ratos de Porão tem uma levada muito mais rápida em relação às músicas do Jorge Vercilo.

Estilo/Gênero = esses dois termos se confundem, podemos então relacionar alguns estilos/gêneros musicais: Blues, Rock, Jazz, Country, Funk, Punk, Música Regional, Reggae, Samba, Pagode, Música Eletrônica, Música Latina, etc...

Forma = é a organização das partes (seções) de uma música. Toda música tem uma forma. Exemplos: a forma de um caderno é retangular, isso é fácil de perceber, pois é só olhar para um caderno. Não dá pra observar a forma da música da mesma maneira, já que não podemos vê-la e nem pegá-la. Então, imagine uma música assim: Introdução, Estrofe, Refrão, Estrofe, Refrão, Estrofe, Refrão, Refrão e Final – isso seria a forma dessa música. Vejamos a mesma coisa de outro modo:
Introdução - Estrofe - Refrão - Estrofe – Refrão – Estrofe – Refrão – Refrão – Final
A B C B C B C C D
A forma dessa música é então: A B C B C B C C D

Cozinha = diz-se da junção entre o contrabaixo e a bateria em uma banda. Se o baixo e a bateria estão (são) firmes em uma música, diz-se que a “cozinha” é boa. Todo grupo musical, independente do estilo, tem que ter uma “cozinha” legal! Se todo time começa com um bom goleiro, toda banda começa com uma boa cozinha...

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O cego e a guitarra - Fernando Pessoa


(698) 

O ruído vário da rua
Passa alto por mim que sigo.
Vejo: cada coisa é sua
Oiço: cada som é consigo.

Sou como a praia a que invade
Um mar que torna a descer.
Ah, nisto tudo a verdade
É só eu ter que morrer.

Depois de eu cessar, o ruído.
Não, não ajusto nada
Ao meu conceito perdido
Como uma flor na estrada.
(699)

Cheguei à janela
Porque ouvi cantar.
É um cego e a guitarra
Que estão a chorar.

Ambos fazem pena,
São uma coisa só
Que anda pelo mundo
A fazer ter dó.

Eu também sou um cego
Cantando na estrada,
A estrada é maior
E não peço nada.


Uma visão breve sobre a vida e a obra do maior poeta da língua portuguesa:

- 1888: Nasce
 Fernando Antônio Nogueira Pessoa, em Lisboa.

- 1893: Perde o pai.

- 1895: A mãe casa-se com o comandante João Miguel Rosa. Partem para Durban, África do Sul.

- 1904: Recebe o Prêmio Queen Memorial Victoria, pelo ensaio apresentado no exame de admissão à Universidade do Cabo da Boa Esperança.

- 1905: Regressa sozinho a Lisboa.

- 1912: Estréia na Revista Águia.

- 1915: Funda, com alguns amigos, a revista Orpheu.

- 1918/1921: Publicação dos
 English Poems.

- 1925: Morre a mãe do poeta.

- 1934: Publica
 Mensagem.

- 1935: Morre de complicações hepáticas em Lisboa.

Os versos acima foram extraídos do livro "Fernando Pessoa - Obra poética - Volume único", Cia. José Aguilar Editora, Rio de Janeiro (RJ), 1972, págs 542/543. Organização, Introdução e Notas, de Maria Aliete Galhoz.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

FILMOGRAFIA COMPLETA DE WOODY ALLEN




Nome: Allan Stewart Konigsberg

Natural de: Brooklyn, Nova York, EUA

Nascimento: 01/12/1935


Nascido no dia 1º de dezembro de 1935, Allan Stewart Konigsberg desde pequeno já se envolvia no mundo do entretenimento. Aos 15 anos, já como Woody Allen, o jovem começou a escrever para colunas de jornais e programas de rádio. Ao mesmo tempo, freqüentava a Universidade de Nova York, mas nunca chegou a se formar. Em 1964, Woody já era um respeitável comediante, tanto que um disco chamado Woody Allen, com as gravações de seus shows, foi indicado ao Prêmio Grammy. Sua primeira experiência cinematográfica aconteceu no ano seguinte, quando em uma dessas apresentações conquistou um produtor de cinema que o chamou para escrever e estrelar O que é que há, gatinha? (em Portugal: O Que Há de Novo, Gatinha?). Como diretor estreou em 1969, com “Um assaltante bem trapalhão”, e de lá para cá foram mais de 30 filmes, mantendo uma média de um filme por ano.

O primeiro filme premiado de Woody Allen foi Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (título original e em Portugal: Annie Hall), que recebeu quatro Oscars (três para Allen, de melhor filme, roteiro e direção, e um para Diane Keaton, de melhor atriz).

Apesar de não ter comparecido em nenhuma das cerimônias em que estava concorrendo, Woody conquistou outro prêmio de melhor roteiro original, por Hannah e suas Irmãs (em Portugal: Ana e as Suas Irmãs), e recebeu outras 18 indicações em diversas categorias. Em 2002, no Oscar seguinte aos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos, Allen finalmente compareceu à cerimônia para fazer uma homenagem à cidade de Nova York.

Nova York é o cenário de praticamente todos os seus filmes e lá é rodado outro clássico do cineasta, Manhattan, que recebeu diversos prêmios e conta com as presenças de Meryl Streep e, novamente, Diane Keaton, com quem teve um relacionamento.

A vida amorosa de Allen sempre deu o que falar à imprensa. Antes da fama,Woody Allen já havia tido dois casamentos e, por conseqüência, dois divórcios, com Harlene Rosen e Louise Lasser. Depois da fama, namorou várias importantes atrizes, que sempre ficavam com os papéis principais de seus filmes, até se firmar com Mia Farrow. Com a atriz ficou casado até 1997, quando começou um polêmico relacionamento com Soon Yi, filha adotiva de Mia, com quem está casado até o momento.

Fã de Ingmar Bergman, Groucho Marx, Federico Fellini, Cole Porter e Anton Chekhov, já trabalhou com Carrie Fisher, Michael Caine, Max Von Sydow, Martin Landau, Gene Wilder, Angelica Huston, Meryl Streep, Sydney Pollack, Judy Davis, Liam Neeson, Juliette Lewis, Alan Alda, Goldie Hawn, Edward Norton, Drew Barrymore, Julia Roberts, Tim Roth, Natalie Portman, Helen Hunt, Charlize Theron, Dan Aykroyd, Danny DeVito, entre outros.

Allen também é conhecido por lançar atrizes. Seu último lançamento de destaque foi Mira Sorvino, que conquistou o Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo papel dado a ela por Allen em Poderosa Afrodite

Dirigindo, escrevendo e atuando a maioria de seus filmes, Woody Allen encarna, na maioria das vezes, um judeu nova-iorquino neurótico e fracassado. Com alguns filmes otimistas e outros nem tanto, o cineasta consegue repetir os temas sem parecer repetitivo. Nesta linha, dirigiu filmes como: Sonhos Eróticos Numa Noite de Verão (em Portugal: Uma Comédia Sexual numa Noite de Verão), Crimes e Pecados (Crimes e Escapadelas), Um Misterioso Assassinato em Manhattan (O Misterioso Assassínio em Manhattan), Todos Dizem Eu te Amo (Toda a Gente Diz que te Amo), Desconstruindo Harry (As Faces de Harry”), “Tiros na Broadway (Balas sobre a Broadway), A Rosa Púrpura do Cairo, além dos já supracitados.

Em 2000, iniciou um contrato com a DreamWorks que correspondeu com o que a crítica julgou ser sua pior fase. Apesar de realizar os divertidos Trapaceiros (em Portugal: Vigaristas de Bairro), O Escorpião de Jade (A Maldição do Escorpião de Jade), Dirigindo no Escuro (título original e em Portugal: Hollywood Ending) e Igual a Tudo na Vida (A Vida e Tudo o Mais”) nessa fase, Allen nunca chegou a ser brilhante.

Depois do fim de seu contrato com a empresa de Steven Spielberg, Allen decidiu reatar o namoro com o drama. Primeiro veio a aproximação com o gênero, com o Melinda e Melinda, seguido de Match Point, que foi o primeiro drama do cineasta em 16 anos, que arrebatou muitos elogios da crítica. O longa recebeu quatro indicações ao Globo de Ouro, inclusive para Melhor Filme – Drama, e uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Match Point marca ainda por ser o primeiro filme de Allen passado em Londres e também o primeiro com a atriz Scarlett Johansson.O diretor retornou à comédia em seu projeto seguinte, Scoop, também com Scarlett.

Em 2008 lançou o filme Cassandra’s Dream (O Sonho de Cassandra), um filme sobre dois irmãos com problemas de dinheiro que são contratados pelo seu tio milionário para assassinarem um inimigo dele. Foi um filme muito mal recebido pela crítica e considerado dos piores de Woody Allen. O realizador não atua neste filme.

Em 2008 realizou o filme Vicky Cristina Barcelona, também com Scarlett Johansson.

Além de comediante, diretor, roteirista e ator de cinema, Woody Allen toca clarinete semanalmente num bar de Nova York. Sua ligação com a música, principalmente com o Jazz, pode ser conferida em todos os seus filmes, dos quais é responsável também pela escolha da trilha sonora. Em2002 participou, pela primeira vez, do Festival de Cannes, onde ganhou uma Palma de Ouro pelo conjunto de sua obra.

Woody Allen se descreve da seguinte maneira:“As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que sou um intelectual (porque uso óculos) e que sou um artista (porque meus filmes sempre perdem dinheiro)”.

Prêmios:


Recebeu 6 indicações ao Oscar de Melhor Diretor, por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977), "Interiores" (1978), "Broadway Danny Rose" (1984), "Hannah e Suas Irmãs" (1986), "Crimes e Pecados" (1989) e "Tiros na Broadway" (1994). Ganhou por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa".

Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator, por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977).

Recebeu 14 indicações ao Oscar de Melhor Roteiro Original, por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977), "Interiores" (1978), "Manhattan" (1979), "Broadway Danny Rose" (1984), "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985), "Hannah e Suas Irmãs" (1986), "A Era do Rádio" (1987), "Crimes e Pecados" (1989), "Simplesmente Alice" (1990), "Maridos e Esposas" (1992), "Tiros na Broadway" (1994), "Poderosa Afrodite" (1995), "Desconstruindo Harry" (1997) e "Ponto Final - Match Point" (2005). Venceu por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" e "Hannah e Suas Irmãs".

Recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Diretor, pelos filmes"Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977), "Interiores" (1978), "Hannah e Suas Irmãs" (1986) e "Ponto Final - Match Point" (2005).

Recebeu 5 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Roteiro, por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977), "Interiores" (1978), "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985), "Hannah e Suas Irmãs" (1986) e "Ponto Final - Match Point" (2005). Venceu por "A Rosa Púrpura do Cairo".

Recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Ator -Comédia/Musical, por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977) e "Zelig" (1983).

Ganhou em 1995 o Leão de Ouro no Festival de Veneza, em celebração ao 100º aniversário do cinema.

Ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim, pelo conjunto de sua obra.

Ganhou o Prêmio Pasinetti de Melhor Filme no Festival de Veneza, por "Zelig" (1983).

Ganhou o Prêmio FIPRESCI no Festival de Cannes, por "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985).

Recebeu 6 indicações ao César, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, por "Manhattan" (1979), "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985), "Simplesmente Alice" (1990), "Maridos e Esposas" (1992), "Um Misterioso Assassinato em Manhattan" (1993) e "Todos Dizem Eu Te Amo" (1996). Venceu por "Manhattan" e "A Rosa Púrpura do Cairo".

Recebeu 4 indicações ao BAFTA de Melhor Diretor, por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977), "Manhattan" (1979), "Hannah e Suas Irmãs" (1986) e "Crimes e Pecados" (1989). Venceu por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" e "Hannah e Suas Irmãs".

Recebeu 3 indicações ao BAFTA de Melhor Ator, por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977), "Manhattan" (1979) e "Hannah e Suas Irmãs" (1986).

Recebeu 10 indicações ao BAFTA de Melhor Roteiro Original, por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977), "Manhattan" (1979), "Zelig" (1983), "Broadway Danny Rose" (1984), "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985), "Hannah e Suas Irmãs" (1986), "A Era do Rádio" (1987), "Crimes e Pecados" (1989), "Maridos e Esposas" (1992) e "Poderosa Afrodite" (1994). Venceu por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa", "Manhattan", "Broadway Danny Rose", "A Rosa Púrpura do Cairo", "Hannah e Suas Irmãs" e "Maridos e Esposas".

Recebeu 2 indicações ao Independent Spirit Award de Melhor Roteiro,por "Tiros na Broadway" (1994) e "Vicky Cristina Barcelona" (2008). Venceu por "Vicky Cristina Barcelona".

Recebeu uma indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Filme Estrangeiro, por "Desconstruindo Harry" (2000).

Ganhou em 1997 o prêmio Academy Fellowship, dado pelo British Academy Awards.

Ganhou 5 vezes o Prêmio Bodil de Melhor Filme Americano, por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977), "Manhattan" (1979), "Zelig" (1983), "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985) "Hannah e Suas Irmãs" (1986).

Recebeu em 1987 da Academia Americana de Comédia o prêmio de ator mais engraçado por "Hannah e Suas Irmãs" (1986) e um prêmio pelo conjunto da obra em comédia.

FILMOGRAFIA COMPLETA & FILMES DISPONÍVEIS AQUI NO BLOG:
[Para acessar os filmes, clique nos títulos]


2011. Midnight in Paris 

2010. Você Vai Conhecer O Homem Dos Seus Sonhos - You Will Meet a Tall Dark Stranger 

2009. Tudo Pode Dar Certo - Whatever Works


2007. O Sonho de Cassandra - Cassandra's Dream

2006. Scoop - O Grande Furo - Scoop

2005. Ponto Final - Match Point

2004. Melinda e Melinda - Melinda And Melinda

2003. Igual a Tudo na Vida - Anything Else

2002. Dirigindo no Escuro - Hollywood Ending

2001. O Escorpião de Jade - The Curse of the Jade Scorpion

2000. Trapaceiros - Small Time Crooks

2000. Recolhendo os Pedaços - Picking Up The Pieces / Direção Alfonso Arau

1999. Poucas e Boas - Sweet and Lowdown

1998. Celebridades - Celebrity

1998. FormiguinhaZ - Antz / Direção Eric Darnell & Tim Johnson [Animação]

1997. Desconstruindo Harry - Deconstructing Harry

1996. Todos Dizem Eu te Amo - Everyone Says I Love You

1995. Poderosa Afrodite - Mighty Aphrodite

1994. Tiros na Broadway - Bullets Over Broadway


1993. Um Misterioso Assassinato em Manhattan - Manhattan Murder Mystery

1992. Neblina e Sombras - Shadows and Fog

1992. Maridos e Esposas - Husbands and Wives

1991. Cenas em um Shopping - Scenes from a Mall / Direção Paul Mazursky

1990. Simplesmente Alice - Alice

1989. Crimes e Pecados - Crimes and Misdemeanors

1989. Contos de Nova York - New York Stories / 3 Contos Dirigidos por: Woody Allen / Martin Scorcese & Francis Ford Coppola

1988. A Outra - Another Woman

1987. Setembro - September

1987. A Era do Rádio - Radio Days

1986. Hannah e Suas Irmãs - Hannah And Her Sisters

1985. A Rosa Púrpura do Cairo - The Purple Rose of Cairo


1983. Zelig

1982. Sonhos Eróticos Numa Noite de Verão - A Midsummer Night's Sex Comedy

1980. Memórias - Stardust Memories

1979. Manhattan

1978. Interiores - Interiors

1977. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa - Annie Hall

1976. Testa De Ferro Por Acaso - The Front / Direção Martin Ritt

1975. A Última Noite de Boris Grushenko - Love and Death

1973. O Dorminhoco - Sleeper

1972. Tudo O Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo Mas Tinha Medo de Perguntar - Everything You Always Wanted to Know About Sex * But Were Afraid to Ask

1972. Sonhos de um Sedutor - Play it Again, Sam! / Direção HerbertRoss

1971. Bananas

1969. Um Assaltante Bem Trapalhão - Take the Money and Run

1967. Cassino Royale - Casino Royale / Direção Val Guest , Ken Hughes , John Huston

1966. O Que Há Tigresa? - What's Up, Tiger Lily? / Direção Woody Allen & Senkichi Taniguchi

1965. O Que Que Há Gatinha? - What's New, Pussycat? / Direção Clive Donner & Richard Talmadge

FRASES FAMOSAS DE WOODY ALLEN

"Certa vez tomei a atitude política mais firme de minha vida: passei 24 horas sem comer uvas. "

"Minha mulher e eu ficamos na dúvida de tirar férias ou nos divorciarmos. Optamos pela segunda hipótese. Duas semanas no Caribe podem ser divertidas, mas um divórcio dura para sempre. "

"Sexo alivia as tensões. Amor as causa."

"Eu era muito jovem para ter um carro, então transava com as moças no banco de trás de minha bicicleta. "

"Não é que eu tenha medo de morrer, eu só não quero estar lá quando for acontecer."

"O leão e o bezerro podem até dormir juntos, mas o bezerro não vai conseguir dormir muito bem. "

"Meu único arrependimento da vida é o de não ser outra pessoa."

"Mais do que nunca na história, a humanidade está numa encruzilhada. Um caminho leva ao desespero e à absoluta falta de esperança. O outro, à total extinção. Vamos rezar para escolhermos corretamente."

"A vida está repleta de miséria, solidão e sofrimento -- e ela ainda por cima, acaba rápido demais."

"Não despreze a masturbação. É fazer sexo com a pessoa que você mais ama."

"O mundo divide-se em pessoas boas e pessoas más. As pessoas boas têm um sono tranquilo. As pessoas más aproveitam bem mais as horas em que estão acordadas."

"Se realmente Deus existe, não creio que ele seja mau. Mas o mínimo que se pode dizer é que Ele obteve péssimos resultados."

"Minha forma de rir disto tudo é através da verdade. É a brincadeira mais divertida."

"O dinheiro é melhor do que a pobreza, ainda que apenas por razões financeiras."

"Não quero atingir a imortalidade através do meu trabalho, mas sim simplesmente não morrendo."

"O trabalho é uma invasão de nossa privacidade."

"Em minha casa mando eu, mas minha mulher toma as decisões."

"Para você sou ateu. Para Deus, a Real Oposição."

"Só existem duas coisas importantes na vida. A primeira é o sexo e a segunda eu não me lembro."

"Interessa-me o futuro porque é o lugar onde vou passar o resto de minha vida. "

"O dinheiro não dá a felicidade, mas tem uma sensação tão parecida, que precisa um especialista muito avançado para verificar a diferença."

"O politico de carreira é aquele que faz de cada solução um problema."

"Uma celebridade é uma pessoa que trabalha duro a vida inteira para se tornar conhecida e depois passa a usar óculos escuros par não ser conhecida."

"Uma comissão consiste de uma reunião de pessoas importantes que, sozinhas, não podem fazer nada, mas que, juntas, decidem que nada pode ser feito."